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- 29/10/2018 - 08:47
Ride, startup brasileira de scooters elétricas, faz fusão com empresa mexicana

Se você costuma andar por Pinheiros, Itaim Bibi, Vila Olímpia ou seus arredores em São Paulo, talvez já tenha visto um patinete elétrico da Ride. A startup brasileira possui estações para seus patinetes elétricos principalmente nesses bairros, possibilitando que usuários compartilhem as scooters elétricas e se locomovam pela cidade.

Agora, você verá os patinetes da Ride com um outro nome: Grin. A empresa brasileira realizou uma fusão com a Grin, startup mexicana que oferece a mesma solução. A fusão acontece duas semanas depois da empresa receber um aporte de US$ 45 milhões em uma rodada série A.

Por enquanto, a startup mexicana opera apenas no México, mas isso mudará rapidamente. A empresa possui planos de expansão na América Latina e começará a atuar em São Paulo através da Ride já nas próximas semanas, conforme entrevista de Sergio Romo, co-fundador da Grin, ao Techcrunch.

Na fusão, a Ride comandará as operações em São Paulo, agora com o nome de Grin. Atualmente, a Ride é a única startup de patinetes elétricos que já está operando definitivamente na cidade, enquanto a Yellow e Bungo se permanecem em fase de testes.

“Nós definitivamente queremos ser globais”, disse Romo ao Techcrunch. “Eu não acredito que você pode virar uma empresa de US$ 10 bilhões se não for global. Eu acredito que a América Latina pode ser o melhor mercado atualmente – há uma grande densidade e um grande mercado combinado com a Europa. E quem sabe, podemos aparecer em uma cidade americana em breve se fizermos um grande trabalho. Está definitivamente em nossas mentes – isso foi desenhado para ser uma iniciativa global”.

Outra jogada realizada pela Grin para se expandir pela América Latina é uma parceria com a colombiana Rappi, que se tornou um unicórnio recentemente. Dessa forma, os usuários do Rappi poderão desbloquear patinetes elétricos da Grin pelo próprio aplicativo de delivery. “Fizemos uma aliança estratégica onde a Grin será responsável pela operação do negócio de mobilidade e a Rappi trará a grande penetração de usuários que tem hoje no mercado brasileiro e latino-americano”, disse o presidente-executivo e cofundador da startup, Simón Borrero, à Reuters. A parceria estará disponível para os usuários no final de novembro – saiba mais.

 

Fonte: StartSe

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