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- 09/10/2019 - 07:00
Profissionais de RH: Salário só não Basta!

Há algum tempo, era fácil para as empresas conseguirem funcionários no mercado.

Você oferecia um salário melhor, benefícios como Vale Refeição mais alto e férias… Depois cabia aos Recursos Humanos entrevistar os candidatos, alinhar com as lideranças o melhor candidato, um disparo de e-mail com “você foi aprovado” e pronto.

E agora, o que mudou?

Na verdade, muita coisa. O perfil do jovem hoje não está nem um pouco a fim de trabalhar na mesma empresa por 10 ou 20 anos.

Muitos menos trabalhar na velha rotina das 9h às 18h, ter que atravessar a cidade para passar o dia inteiro dentro de um escritório ou ser obrigado a usar terno e gravata quando na verdade ele queria mesmo era usar bermuda e camiseta.

Você, provavelmente, já notou essas mudanças no perfil comportamental dos seus colaboradores, principalmente naquele bate papo durante a contratação.

Vocês aceitam home office?
Posso trabalhar com roupas mais informais?
Horário flexível?
Posso trazer meu bichinho 1x por semana para o escritório?

O novo profissional já nasceu. São as empresas que ainda estão entendendo a melhor forma de atraí-lo (e mantê-lo) dentro dos escritórios.

Os profissionais Z não se unem a empresas, se unem a grupos para projetos específicos e se adequam a cada nova demanda que recebem.

São super imediatistas, críticos e não aceitam trabalhar em qualquer negócio. Também querem ter tempo e horário flexíveis para entregarem suas demandas, e sabem que não precisam estar dentro de uma sala das 9h às 18h para fazerem isso.

A cultura e propósito da empresa que os buscam é tão, ou mais importante, que a tarefa que será executada ou o salário a ser pago.

Eles sabem que o mercado está competitivo, eles nunca dizem “sim” sem ponderar todas as propostas que receberam…

E sim, o conhecimento que eles possuem sobre tecnologia e o perfil do mercado é desejado não só por você, mas por várias empresas concorrentes.

As mais bem preparadas estão aprendendo como dar a esses profissionais o que eles precisam para fazerem bem suas funções e crescerem na carreira.

As que ainda estão patinando, bem, podem ter perdido talentos incríveis sem se darem conta disso.

Com uma geração tão exigente e disputada pelos mercados, o que as empresas podem oferecer para atraí-los?

E quais ações o profissional de Recursos Humanos deve começar a agir para retê-los dentro da empresa, mantendo o engajamento e comprometimento desses jovens com a cultura da empresa (muitas vezes criada por líderes de 1 ou 2 gerações anteriores)?

No RH Day, a StartSe confirmou para o evento as principais empresas e profissionais de Recursos Humanos do Brasil para mostrar o que você pode fazer dentro da sua empresa para atrair e não perder esses profissionais para as concorrentes…

Dar a eles um ambiente que una liberdade com responsabilidade e transformar isso em resultados rápidos para as empresas…

Transformar profissionais ‘batedores de metas’ em times verdadeiramente engajados…

E fazer do departamento de Recursos Humanos o principal pólo de inovação da sua companhia.

Fonte: StartSE

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