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- 11/12/2018 - 10:24
Produtos da ceia de Natal em Fortaleza variam até 197%

Os produtos mais consumidos no fim do ano e compõem a ceia de Natal foram alvo de uma pesquisa do Decon. Nos dias 27 a 29 de novembro, técnicos consultaram 339 itens em 13 supermercados de Fortaleza, 135 em Sobral e 134 em Juazeiro do Norte.  As maiores variações estiveram na Capital, onde os produtos de conservas, como damasco (197,88%) e frutas cristalizadas (190,95%) apontaram as diferenças mais acentuadas de preços. O item de maior valor na cidade foi o Champgne Taittinger (750ml), que chegou a atingir o valor de R$ 411,55.

Os produtos analisados foram azeites, caixas de bombons, carnes congeladas, leguminosas (lentilhas, ervilhas), conservas, farofas prontas, frutas em calda, panetones e chocotones, oleaginosas (castanhas, amêndoas, avelã, nozes), espumantes e frutas secas. O levantamento, feito pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), busca auxiliar o consumidor na hora de comparar os preços dos produtos utilizados nessa época do ano.  

Cariri

No Cariri, na região sul do estado, a maior variação de preços foi para os panetones e carnes. O produto que apresentou variação elevada foi a ameixa em calda Olé, fruta que teve valor triplicado em comparação com o preço mais baixo. Já o mais caro foi o Peru Natalina Sadia, com preço médio de R$ 140,17. 

Sobral

Em Sobral, não houve alta na variação de produtos em, pelo menos, 70% dos itens pesquisados, principalmente produtos como caixas de bombons e bebidas. A oscilação que chamou mais atenção foi a lentilha, que atingiu um aumento de 70% em relação ao menor preço. O produto com preço mais elevado foi o Champagne Chandon (750ml), com R$ 79,90. 

A pesquisa do Decon concluiu que falta uma quantidade maior de itens para oferta, problema que influencia a oscilação de preços entre os produtos. Segundo o Decon, o consumidor precisa ter atenção no valor dos grupos de conservas, carnes e peixes, assim como bebidas.  O órgão também alerta que o consumidor deve verificar se houve elevação no preço em decorrência do período em que os itens são mais procurados, sem justa causa, o que configura prática abusiva, de acordo com o Órgão de Defesa do Consumidor (CDC). 

Serviço 

As dúvidas e denúncias podem ser esclarecidas ou registradas anonimamente no Decon, que fica localizado na Rua Barão de Aratanha, n° 100, Centro de Fortaleza, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, pelo telefone (85) 3452.4505 ou no site www.mpce.mp.br/decon

 

Fonte: Diário do Nordeste

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