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- 19/09/2018 - 08:39
Multinacionais brasileiras inovam mais do que estrangeiras; confiança na economia cresce junto a pessimismo com futuro e outras notícias

Multinacionais brasileiras inovam mais do que empresas estrangeiras. A conclusão está publicado em estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com base na última Pesquisa de Inovação (Pintec) do IBGE. O levantamento também aponta que a capacidade de inovação do pequeno grupo de transnacionais — cerca de 60 empresas — também é maior do que o de grandes grupos nacionais instalados no Brasil. Das multinacionais brasileiras, 92% desenvolveram produtos ou processos produtivos inovadores no período analisado, de 2012 a 2014. O índice entre estrangeiros é de 81% e entre empresas nacionais, 62%. Segundo a Pintec, atividades inovadoras são caracterizadas pelo lançamento de produtos inéditos e aperfeiçoamento significativo de processos produtivos.

Confiança na economia mundial cresce junto a pessimismo com futuro. O centro de pesquisa Pew Research Center realizou levantamento com 30 mil pessoas em 27 nações para medir o clima da população mundial uma década após a crise econômica de 2008. A Alemanha foi o país onde a mudança no humor foi mais expressiva. Em 2009, apenas 28% dos alemães diziam que a economia ia bem. Neste ano, 78% acham o mesmo. No Brasil, a confiança na economia piorou em relação ao ano passado: 9% acham que a situação está boa, contra 15% em 2017. Quanto ao futuro da economia global, o pessimismo atinge uma média de 56%. A França é a mais radical: 80% enxerga um futuro econômico pior para os filhos. No Brasil, esse índice é de 53%.

Natal mais caro: alta do dólar deve afetar preço do panetone no Brasil. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães (Abimapi), o produto deve chegar com preços 5% a 10% mais caro para o consumidor, reflexo do repasse de custo com a importação de farinha de trigo. A alta no preço e o desaquecimento da economia deve afetar as vendas do produto neste Natal. A Abimapi projeta que o crescimento em volume e faturamento fique em torno de 8%, um porcentual menor que os 13% verificados em 2017.

Nubank, Creditas e GuiaBolso lideram a lista das startups mais desejadas pelos profissionais brasileiros. Quais são os jovens negócios que estão captando a atenção e atraindo os melhores talentos do mercado? O ranking LinkedIn Top Startups classifica as startups que estão transformando seus setores de atuação e contratando os melhores profissionais do país. Com base em bilhões de ações realizadas pelos 575 milhões de usuários do LinkedIn, a lista examina o interesse de candidatos em vagas nessas empresas, a expansão do quadro de funcionários e outros fatores que definem as startups mais interessantes do momento. Veja a lista completa e saiba mais sobre a metodologia aqui.

Cultura está prestes a eliminar marca Fnac do Brasil. Com o fechamento da icônico loja da franquia francesa na Avenida Paulista neste final de semana, apenas uma unidade em Goiânia segue em funcionamento no país. Assim, a empresa brasileira está perto de cumprir a missão que recebeu dos franceses há 14 meses: acabar com a operação da Fnac em troca de um pagamento de R$ 130 milhões. Segundo o Estadão/Broadcast, a estratégia da Cultura é aproveitar a plataforma de e-commerce de eletrônicos da Fnac sem manter a marca. A Fnac completou em 2018 duas décadas de atuação no Brasil: em 1998, foi aberto no bairro de Pinheiros, em São Paulo, o Ática Shopping Cultural, um projeto de R$ 25 milhões que não deu o resultado esperado. A Fnac assumiu a empreitada e trouxe a operação de eletrônicos ao país.

 

Fonte: Linkedin

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