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- 11/01/2019 - 13:35
Medo do desemprego cai no Brasil, aponta CNI; governo Bolsonaro não pensa em nova CPMF e outras notícias

Medo do desemprego cai no Brasil, aponta CNI. O índice recuou entre setembro e dezembro de 2018, ao mesmo tempo em que a “satisfação com a vida” aumentou. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, o medo do desemprego caiu de 65,7 para 55 pontos no último mês do último ano. A queda de 10,7 pontos é a maior desde maio de 1996. Ainda assim, o indicador continua acima da média histórica, de 49,8 pontos. A maior queda aconteceu no Sul, onde o indicador caiu 16,9 pontos. A menor queda, por sua vez foi registrada no Sudeste: 8,3 pontos. O indicador de “satisfação com a vida” 2,7 pontos de setembro para dezembro, atingindo 68,6 pontos. Para a CNI, os dados refletem otimismo com o novo governo no país.

Governo Bolsonaro não pensa em nova CPMF, afirma secretário da Receita Federal. Marcos Cintra prometeu reduzir encargos trabalhistas incidentes sobre a folha de pagamento, mas afirmou que o governo pode compensar a medida com a cobrança sobre faturamento de empresas ou com tributação indireta adicional. Cintra criticou a desoneração promovida durante o governo Dilma Rousseff: “A desoneração da folha de salários aconteceu muito em cima de demandas setoriais. O que estamos trabalhando é na desoneração da folha de maneira geral, ampla e sistêmica”, disse. Para compensar a desoneração ampla da folha de pagamento, no entanto, o secretário descartou a implementação de uma nova CPMF. Cintra não detalhou a proposta.

Salário médio anual dos executivos brasileiros chegou a R$ 2,4 milhões em 2017. A consultoria KPMG refez os cálculos de um levantamento sobre quanto ganham os principais executivos do país depois que a Justiça decidiu obrigar empresas de capital aberto a divulgar a remuneração de seus diretores. Com a inclusão de 200 companhias que anteriormente não haviam tornado seus dados públicos, a média passou de R$ 1,888 milhão para R$ 2,4 milhões, o que representa uma alta de 25%. O novo resultado demonstra que as empresas que não queriam entregar seus dados pagavam salários e bonificações acima da média, afirmou um porta-voz da KPMG ao jornal “O Estado de S. Paulo”. A transparência, segundo a consultoria, permite que o mercado avalie se a remuneração dos executivos condiz com os resultados que eles entregam.

Associação de MBAs defende diplomas com prazo de validade. A proposta da a Association of MBAs (Amba), organização que fiscaliza os cursos de pós-graduação em gestão, é baseada no fato de que a mesma credencia os programas de MBA de uma escola com uma validade máxima do de cinco anos, enquanto o diploma vale por toda a vida. Para Bodo Schlegemilch, presidente da Amba, isso não faz sentido. “Existe um bom motivo para que o credenciamento das escolas não seja permanente: a educação para os negócios muda a intervalos de alguns anos”, afirma. A proposta da Amba é criar um novo modelo de negócios para o MBA, com um sistema de diploma “alugado” e não adquirido pelo estudante. O custo dos cursos poderia ser redefinido na forma de uma assinatura paga por um período fixo após a conclusão; posteriormente, os estudantes precisariam renovar seu aprendizado a fim de manter a qualificação. A esbarra nos conselhos das escolas de administração de empresas, que não querem adotar mudanças radicais.

Bolsonaro dá aval para fusão entre Boeing e Embraer. Após reunião com ministros e representantes da Aeronáutica, o presidente anunciou que não vetará o negócio. A informação foi confirmada em nota pelo Palácio do Planalto. “Ficou claro que a soberania e os interesses da Nação estão preservados. A União não se opõe ao andamento do processo”, publicou Bolsonaro no Twitter pouco antes de a assessoria confirmar o aval para o negócio. A expectativa é de que a negociação seja concluída até o final de 2019, afirmaram as companhias.

 

Fonte: Linkedin

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