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- 14/11/2018 - 09:50
iFood recebe aporte de US$ 500 mi e outras notícias

iFood recebe aporte de US$ 500 milhões. O investimento destinado ao aplicativo de entrega de comida, que equivale a cerca de R$ 1,9 bilhão, é o maior já recebido por uma startup na América Latina. O aporte é composto por US$ 100 milhões da Movile, que é dona do app, e US$ 400 milhões dos atuais sócios da Movile, a Naspers e o fundo Innova Capital. Os recursos deverão ser aplicados em áreas como logística, tecnologia, pessoas e fusões e aquisições. A maior parte do investimento, porém, será destinada à expansão da operação no Brasil. A meta do iFood é triplicar o número de restaurantes e dobrar a quantidade de entregadores, além de ampliar suas operações no México e na Colômbia.

Vendas no varejo recuam 1,3% em setembro. A queda, registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é em comparação com o mês de agosto. Trata-se da pior queda mensal para o período desde o início da série histórica, em 2000. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, seis entre as oito atividades do varejo registram perdas em setembro ante agosto. O recuo no período foi puxado pelos setores de Combustíveis e lubrificantes (-2,0%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%), e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,0%).

Volkswagen começará testes de ônibus híbrido no Brasil. A experiência está marcada para acontecer dentro de seis meses. O veículo, batizado de E-Flex, pesa 17 toneladas e possivelmente começará a rodar na cidade de São Paulo. A brasileira WEG será a fornecedora do motor do E-Flex, que será um ônibus elétrico-híbrido e poderá ser abastecido com múltiplos combustíveis. As informações são do presidente da montadora alemã, Roberto Cortes.

Cientistas vão ganhar centro de estudos no interior de São Paulo. O complexo, batizado de Sirius, é a maior estrutura científica construída no Brasil, sendo somente o segundo equipamento desse tipo no mundo. Levantado e mantido pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), o Sirius contará com a maior fonte de luz síncrotron – um tipo de radiação eletromagnética de alto fluxo e alto brilho produzida quando partículas carregadas e aceleradas a velocidades próximas à velocidade da luz têm sua trajetória desviada por campos magnéticos. É como se os cientistas pudessem tirar um raio-x em três dimensões de materiais e partículas extremamente pequenas e densas. A obra do governo federal está estimada em R$ 1,8 bilhão.

 

Fonte: Linkedin

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