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- 23/10/2018 - 08:37
Fortaleza Competitiva impulsiona geração de postos de trabalho

Em pouco mais de um ano, desde a criação do programa Fortaleza Competitiva, lançado pela Prefeitura em agosto de 2017, 12 mil novos negócios foram abertos na Capital. E nos primeiros cinco meses do ano, foram gerados 5.380 novos empregos, segundo dados do Caged, fazendo com que Fortaleza ficasse na segunda posição entre as capitais nordestinas que mais geraram postos de trabalho nesse período.

“Acho que esses dois dados são a melhor síntese do impacto do Fortaleza Competitiva”, disse o prefeito Roberto Cláudio, ontem, durante a apresentação dos resultados ao destacar o desempenho da economia local, mesmo no ambiente de retração pelo qual passa o País. Focado em medidas para fomentar o empreendedorismo, com menos burocracia, o Fortaleza Competitiva prevê mudanças na legislação de zoneamento de Fortaleza, a realização de Parcerias Público Privadas (PPPs), operações consorciadas, dentre outras.

Parcerias

Segundo a Prefeitura, durante o primeiro ano de execução do programa, 17 empresas aderiram ao Programa de Incentivos Fiscais, que oferta redução de taxas de IPTU, ISS e ITBI para empresas que se instalem e gerarem empregos em bairros com IDH inferior a 0,5. Apenas essa medida teria gerado mais de 11 mil novas vagas de empregos.

Já a nova Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), atualizada após 20 anos, promoveu a regularização de 3.085 empresas. Outro benefício para o município foi a regularização de dívidas tributárias (Refis), por meio do qual foram feitas 9.186 regularizações, totalizando mais de R$ 43 milhões em negociações. Com as PPPs, a Prefeitura disse que serão investidos cerca de R$ 970 milhões na Capital, em equipamentos de energia, saúde, estacionamento, além da reforma e manutenção de escolas. Nas operações urbanas consorciadas, o Município espera gerar 217 mil novos empregos, com um acréscimo de R$ 17,2 bilhões em investimentos no mercado imobiliário.

Dependência

O economista Ricardo Coimbra ressalta que, embora as medidas do programa fomentem o empreendedorismo, o cenário macroeconômico será determinante para a consolidação dos resultados. “São políticas locais complementares a outras políticas públicas. Além disso, elas dependem do cenário macro, da economia do Estado e do País”, diz. Segundo Coimbra, o que falta, para atrair mais investidores, é segurança jurídica.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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