Realizar busca
- 02/04/2018 - 08:16
Em 2020, a geração Z representará mais de 20% do mercado de trabalho

Especialista em gestão de pessoas e carreira, Silmar Strubbe, diz que as empresas precisam se preparar para trabalhar com esses jovens

Segundo o especialista em gestão de pessoas e carreira, Silmar Strubbe, essa geração que começa a entrar no mercado de trabalho, iGeneration, Plurais ou Centennials, conhecidos como Geração Z, são ultra conectados, autênticos, adaptáveis, criativos. São palavras para descrever a geração que vem ganhando espaço nas pesquisas relacionadas ao comportamento e consumo, formada pelos nascidos a partir dos fins dos anos 90 e início de 2000. Ao contrário dos Millennials (de 1980 até 1995), eles cresceram em um contexto digital e cheio de adversidades. A Geração Z traz consigo uma visão menos idealista e mais pragmática do mundo.

No Brasil, já lidaram com o pessimismo e a piora no mercado de trabalho. Muitos já passaram por uma recessão, viram seus pais precisando cortar gastos, perdendo o emprego e a casa. Um combinado de fatores que resultou em jovens conscientes e engajados, com uma percepção prática do que precisam fazer para atingir seus objetivos. “Assim em termos de Trabalho convivem em harmonia com o turbilhão de informações que são apresentadas a todo instante, facilidade em lidar com produz conteúdo, a criatividade e o gosto por contar e ouvir histórias” afirma Silmar.

Para Strubbe, as empresas precisam garantir um bom relacionamento e produtividade desses jovens, as empresas tem um grande desafio, pois precisam, necessitam se adequar e saber lidar com a TRANSPARÊNCIA e AUTENTICIDADE, características desta geração que regem os seus relacionamentos e claro assim, a produtividade está atrelado a estes valores. CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO, também fazem parte, pois esta geração conjuga valores que muitas vezes existem só no papel das organizações. Eles também são ansiosos e com uma boa dose de resistência à hierarquias e críticas. Abertos à diversidade e preocupados com a sustentabilidade, não aceitam ofertas que consideram ruins apenas pelo dinheiro, dando mais valor ao propósito de onde vão trabalhar do que a posições altas na empresa. Preferem horário flexíveis.

Por ser um público super conectado querem resolver tudo rápido, levam inovação às empresas e buscam, constantemente, melhores desafios na carreira. Eles prezam por um ambiente dinâmico para trabalhar, com crescimento profissional acelerado e liberdade para falar de igual para igual entre todos de uma equipe.

“Com um comportamento mais questionador e seletivo, prezando outros valores que não a liderança e a estabilidade, como nas gerações Y, respectivamente, fica mais difícil para as empresas segurarem esse novo profissional que começa a entrar para o mercado de trabalho” diz Silmar Strubbe.

 

 

Fonte: SEGS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Clima

 

Cotação


Cotações de Moedas fornecidas por Investing.com Brasil.
​​