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- 11/12/2018 - 10:28
Ceará tem potencial para se tornar hub de eventos empresariais

O Ceará possui potencial para se tornar nos próximos anos ponto de atração de viajantes corporativos. O Estado faria a conexão entre os mercados brasileiro, sul-americano e europeu. Para Eduardo Murad, diretor-executivo da Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev), o desenvolvimento do hub aéreo no Aeroporto de Fortaleza, é um dos responsáveis por impulsionar o segmento de eventos e viagens corporativas.

“A gente tem visto que o Ceará é um destino-hub para o Nordeste, tem uma malha aérea bastante satisfatória. Quando a gente fala de conectar os mercados para receber as viagens corporativas, eu vejo o Estado como um hub para conectar todo tipo de mercado, tanto brasileiro, quanto do Mercosul e agora Europa, com o aumento dos voos internacionais. O incremento da malha aérea é um grande ponto de atração, não só do turista de lazer, mas também desse viajante corporativo e de eventos que é captado por essa facilidade”, explica.

Neste ano, segundo ranking da International Congress and Convention Association (ICCA), Fortaleza ficou na quarta posição entre as cidades brasileiras que mais realizam eventos internacionais, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis.

Foco no Nordeste

A Alagev aumentou os esforços para tornar o Nordeste o novo foco do programa de expansão da Associação no País. “A gente vê principalmente pelo desenvolvimento econômico da Região que existem grandes empresas, entre multinacionais e nacionais, com fábricas e sedes no Nordeste, que têm essa demanda. O profissional que está trabalhando nessas empresas sente esse aumento da demanda e tem procurado a gente”. De acordo com ele, o Nordeste é uma região em expansão no País, com elevação das viagens corporativas. “A nossa ideia é conhecer mais a fundo quais são as necessidades desse mercado e levar uma solução”.

Além disso, ele conta que precisa haver desenvolvimento dos serviços. “Eu acho que precisa ser trabalhada a receptividade para o corporativo. Às vezes você chega no Nordeste, que é altamente turístico, e a mão de obra local entende como essa pessoa sendo um turista de lazer. O viajante corporativo tem uma demanda diferente”.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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