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- 06/02/2019 - 07:04
Após recorde, Ibovespa recua puxado por Itaú Unibanco

O Ibovespa fechou em leve queda ontem (5), após ter batido novo recorde segunda-feira (4), com Itaú Unibanco entre as maiores pressões de baixa após previsões para 2019 mais conservadoras que outros pares privados, enquanto BRF ajudou a atenuar as perdas com escolha de novo diretor financeiro.

Índice de referência do mercado acionário, o Ibovespa caiu 0,28%, a 98.311,20 pontos. O volume financeiro do pregão somou R$ 16,3 bilhões.

Na véspera, o Ibovespa subiu 0,74%, a 98.588,64 pontos, novo recorde de fechamento.

Para Pedro Menezes, sócio da Occam Brasil Gestão de Recursos, a bolsa caminhava para uma realização de lucros mais forte, após o resultado do Itaú Unibanco e com algumas indefinições sobre a reforma da Previdência. “Mas o discurso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, depois do encontro com o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi o melhor possível”, avaliou. “Havia uma pequena dúvida de como seria a postura do Maia, mesmo sendo uma pessoa pró-reforma. E a sinalização foi muito boa.”

Na mínima, o Ibovespa recuou 1%.

Maia afirmou não ter dúvida de que a reforma da Previdência é fundamental e que há condições de a base do governo na casa alcançar os votos necessários para aprovar o texto, embora tenha dito que não vai descumprir o regimento para tramitar a reforma.

Em Nova York, os pregões tinham dia positivo, com destaque para ações de tecnologia e consumo em meio a resultados como os de Estée Lauder e Ralph Lauren, enquanto agentes aguardam o discurso do Estado da União de Donald Trump.

 

Fonte: Forbes

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